segunda-feira, 31 de março de 2014

Mudanças nas fanpages. E agora?



Nos últimos meses você que utiliza as redes sociais, principalmente as fan pages, pôde perceber uma certa redução no número de curtidas, comentários e compartilhamentos de suas postagens, não é mesmo?


Cada vez mais popular, as fan pagens são formas rápidas e baratas de divulgação de muitas empresas e negócios independentes. Mas esta história pode estar chegando ao fim!



Pois é, esta é a “novidade”, devido á algumas mudanças no facebook. Segundo especialistas da área, apenas 2% do conteúdo postado estão sendo compartilhados em nossas queridas fan pages, alcançando apenas um número mínimo de curtidas na rede.

Essas mudanças devem obrigar os usuários a pagarem um determinado valor para conseguir mais alcance nas postagens.

“A rede social afirma que a produção de conteúdo cresce mais rápido do que a capacidade do usuário de consumir toda essa informação. Com isso, o objetivo é dar mais espaço ao conteúdo que as pessoas criam e fazer com que empresas invistam mais em anúncios pagos. Como consequência da queda no alcance, o número de usuários engajados também caiu. Se quiserem que suas histórias sejam visualizadas, as empresas precisarão investir em anúncios na rede social (além de criar conteúdo de qualidade, é claro)”. Fonte: Web Storm Internet


Se você se assustou com a notícia, algumas dicas são válidas para a adaptação na rede social:

  • Conteúdos visuais são uma ótima opção para manter a interação com o público que se pretende atingir, quando alguém clica na imagem ou vídeo postado é porque tem interesse no assunto.

  • Textos curtos também são uma boa pedida, seja breve e utilize frases de impacto, assim você chamara muito mais a atenção dos leitores.


Quer saber mais sobre o assunto? Confira alguns sites que debatem sobre o tema.




Continue acompanhando nosso blog!


Imagens/Reprodução: www.newbrandanalytics.com
                                    economia.uol.com.br
                                    blogbits8.wordpress.com


sexta-feira, 21 de março de 2014

Muitos motivos para comemorar. Muitos mesmo!


Texto: Henrique Oliveira

Para comemorar e compartilhar com as pessoas que fazem parte da história da Ramacrisna e também com aqueles que ainda não conhecem o trabalho desenvolvido aqui, os Antenados prepararam uma série de vídeos destinados a esta instituição que comemora em 2014, 55 anos.

A ideia da homenagem é reunir pessoas que tiveram a vida tocada e transformada pela Ramacrisna. Percebemos que elas tinham muito para falar nesta data tão importante. Seguindo no tema “55 grandes anos muitos motivos pra comemorar”, foram produzidos os primeiros vídeos que mostram um pouquinho da sensação de fazer parte dessa história.





Se gostou e ficou com vontade de participar dessa comemoração, junte-se a nós! Em forma de hashtag (#), envie o que a Ramacrisna representa para você junto a #Ramacrisna55Anos e comemore conosco.

quarta-feira, 12 de março de 2014

OFICINAS 2014


Texto: Henrique Oliveira
Fotos:Filipe Abras e Emerson de Oliveira

Não sei se acontece só com a gente, mas sabe quando gosta muito de algo e faz de tudo para que as pessoas em sua volta também passem a gostar do mesmo que você? Pois bem, fazemos isso há 7 anos (e com a empolgação de sempre!).

Práticas do Jornalismo e Fotografia

Para dar inicio a série de oficinas, pensamos primeiro em apresentar e praticar a base de tudo o que fazemos no Projeto Antenados, o Jornalismo e a Fotografia.

2014 começou cheio de carinhas novas por aqui. E é com essa oxigenação de ideias e interesses que sempre nos vemos no dever de apresentar para esses adolescentes novidades ligadas à comunicação. E, me permita a bajulação, o que vi até agora foi um show a parte. Realmente os oficineiros estão inspirados!


Como já mencionei no intertítulo, a proposta desse ano é que os alunos tenham maior carga de aulas práticas para melhor fixação do conteúdo.

Estamos ansiosos com os resultados, afinal, a turma é quase 100% nova, com certeza vamos nos surpreender com as produções!

Acompanhe o resultado em nossas redes sociais.

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Apps auxiliam na preparação para concursos


 Texto: Cleidiane Duarte
 Foto: Divulgação

Que a tecnologia esta evoluindo a cada dia, isso não é novidade para ninguém. Mas você já parou para pensar o quanto essa onda de mudanças tem contribuído em nossas vidas?



Para tudo que vamos fazer hoje, contamos com a ajuda da internet e dos aplicativos “mágicos”. Estudar, comprar, trabalhar, tudo você consegue fazer via um smartphone ou tablet.



E um dos avanços mais significativos dos App's, foi na área da educação. No Projeto Antenados descobrimos vários programas que simulam as provas para concursos, além aplicativos específicos como: Questões jurídicas- Direcionado para àqueles que se preparam para avaliações na área jurídica. Provas da OAB- Direcionado para recém formados em direito.



Os aplicativos são destinados a todos os tipos de candidatos. Permitem que você estude em qualquer lugar e a qualquer hora, podendo realizar simulados e até assistir as aulas online.



Se está na dúvida de como encontrar esse aplicativos, listamos abaixo os mais utilizados pelo público geral:


Tá na mão – Aborda questões de várias disciplinas, concursos, bancas e cargos diferentes.

Download
 Gabaritar Ferramenta que ajuda o estudante a organizar seus estudos para vestibulares e concursos.


Download
 

PCI Concursos Disponibiliza informações sobre todos os concursos públicos, empregos e processos seletivos abertos no Brasil.
Download
Acordo Ortográfico – Para quem deseja aprofundar no Português e se adequar as regras do Novo Acordo Ortográfico.
Download


App Prova Concurso - Esta primeira versão do aplicativo é disponibilizada apenas para a área jurídica.

FanPage

Estes foram alguns dos aplicativos que estão na rede para nos auxiliar.



Não deixe de ficar atento as novidades do blog Antenados!


Fonte: http://oglobo.globo.com/economia/emprego/dez-aplicativos-que-ajudam-na-preparacao-para-concursos-6582785



segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Integrantes do Projeto Antenados criam Fotonovela

As fotonovelas- hoje quase esquecidas- eram febre no Brasil nos anos 70

Texto: Cleidiane Duarte
Foto: Divulgação

-Fotonovelas: são novelas em quadrinhos que utilizam, no lugar dos desenhos, fotografias, de forma a contar, sequencialmente, uma história –.

História
As primeiras fotonovelas foram escritas na década de 40, na Itália. Seu surgimento deu-se devido à popularização do cinema e à difusão da televisão.  Esses meios de comunicação na época eram mais restritos para a elite. Foi daí, que nasceu a ideia de fazer uma fotonovela, de baixo custo, com o intuito de atingir a massa.

Nesse mesmo período surgiu o movimento Neo Realista Italiano(corrente artística de meados do século XX, que teve ramificações em várias formas de arte literatura, pintura, música, cinema).  Essa renovação ocorre na temática e na linguagem. Toda forma de comunicação foi influenciada pelo movimento.

Os pioneiros desse novo estilo foram Stefano Reda e Damiani que começaram a publicar, em revistas, adaptações de filmes de sucesso. A primeira revista de fotonovela foi a Fotoromanzo, em 8 de maio de 1947, por Stefano Reda. Eram protagonizadas por atores populares.
 Primeira revista de fotonovela: Fotoromanzo
No Brasil

Nos anos 70, mais de 20 revistas do gênero chegaram a circular no Brasil, publicadas por várias editoras: Block ,Vecchi, Abril e Prelúdio. Ao contrário das demais editoras que importavam as fotonovelas da Itália, a Bloch produzia aqui mesmo, com a revista "Sétimo Céu".
Em pesquisa de 1974, as revistas só eram superadas em venda pelos quadrinhos infantis.

Principais revistas de fotonovelas no Brasil:

Capricho 


Grande Hotel 

Noturno


Encanto
Contigo


Sétimo Céu 


Carinho

E se você está se sentindo perdido no meio do assunto, calma! Aqui no Projeto, a fotonovela também foi algo novo para os meninos. O que nos surpreendeu, pois um gênero que já foi tão popular (pergunte a seus pais?) caiu no esquecimento.

Foi pensando em resgatar um pouco sobre a importância do gênero e a repercussão que causou nas décadas passadas que, decidimos trabalhar com eles um pouco sobre o Período pós Guerra e a origem da Fotonovela.  Ao final, sugerimos que eles criassem uma trama, desenvolvessem tudo, desde o roteiro até à diagramação da revista.

Divididos em duas equipes, eles botaram a mão na massa! 

Posso falar com propriedade para você, as revistas ficaram um show! E, mesmo com pouco conhecimento sobre o tema, já pareciam íntimos. Conseguiram criar um enredo com a realidade que vivemos.


Ficou curioso?  No link abaixo você consegue dar download nas revistas.


Foi uma oportunidade única conhecer a fotonovela, produzir, ser o artista, o diretor, editor... Marcou um crescimento bastante significativo na minha bagagem cultural. Esse trabalho teve as partes difíceis, mas foi muito prazeroso.”
Antonio Marques- Integrante do Projeto Antenados




Produzir uma fotonovela foi grandioso. Aprendi sobre a linguagem dos HQs. E o mais importante, nos forçou a refletir assuntos relacionados ao nosso bairro, pois esse era o tema proposto pela coordenação. Criamos tudo, desde o roteiro, direção à finalização.”

Beatriz Miranda- Integrante do Projeto Antenados

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Stanley Kubrick

Texto: Hellen Silva
Foto: Divulgação

Inspiração. Gostaria de começar este texto com essa palavra. Creio que ela é a melhor definição para o cineasta escolhido da semana:
Stanley Kubrick. É um nome que vale a pena conhecer e entender, pois esse diretor se tornou fonte de inspiração para os cinéfilos.
Conhecido por ser obcecado pelo perfeccionismo, digamos que Kubrick desde criança já era considerado um gênio, apesar de sempre ter sido muito rebelde e de tirar notas baixas na escola.

Vindo de família rica ele nasceu nos Estados Unidos (1928). Filho do médico Jacques Leonard Kubrick, Stanley não pensava em se tornar cineasta. Jacques acreditou na capacidade do filho, por isso, o incentivou a jogar xadrez, esporte no qual se tornou especialista e conseguiu alguns recursos financeiros. Mas foi com a fotografia que nasceu o talento de Kubrick. Seu pai o presenteou com uma câmera fotográfica, passo crucial para a carreira do garoto.
E não é que deu certo! Com apenas 17 anos, Kubrick  ganhou um prêmio pela revista Life. A foto premiada mostra um jornaleiro desolado lendo a notícia da morte do presidente Roosevelt.


O resultado desse prêmio foi surpreendente. Stanley conseguiu seu primeiro emprego como fotógrafo na conceituada revista Look, onde permaneceu até os 22 anos.
A partir da fotografia, nasceu a paixão de Kubrick pelas imagens, o que futuramente definiria seu estilo. Reforçando sua paixão pelas imagens, ele também tinha como  hobby   passar parte do  tempo nas salas de cinema, desvendando o universo da sétima arte.

Desde então, a fotografia já não era mais o seu foco. O desejo agora era  fazer cinema. Produziu     o primeiro documentário e, logo em seguida, alguns curtas. O recurso era pouco, contava com a ajuda do pai e de um dinheirinho extra que ganhava nos campeonatos de xadrez. Mas, mesmo assim, isso não limitou o diretor que, em seguida, arriscou mais uma vez, e dirigiu seu primeiro longa Fire and Desire, no qual atuou como produtor, diretor, roteirista e operador de câmera. Parece muito para uma pessoa só mas Kubrick leva consigo a força e autonomia de fazer tudo o que realmente queria.

Não satisfeito, Kubrick resolve experimentar novos ares. Abandona Hollywood e se muda para a Inglaterra onde trabalhou em seu primeiro filme europeu, baseado na obra de Vladimir Nabokov, “Lolita.” O longa foi um pouco polêmico visto como imoral, mas mesmo assim não deixou de fazer sucesso no cinema.



Vamos falar de Stanley Kubrick ousado. 2001: Uma Odisséia no espaço, sem dúvida  foi um dos mais importantes trabalhos do diretor. O filme de ficção científica foi um avanço para o cinema. Taxado como o homem à frente de seu tempo, ele revolucionou a ideia de criações cinematográficas da época. O fato interessante do longa é que Kubrick além de ter sido aclamado pela crítica, ganhou um dos mais importantes prêmios de sua carreira o Oscar. Mas fica a dúvida, foi como diretor, produtor? Não. O prêmio recebido foi graças aos  belíssimos efeitos especiais.
Trailer 2001: Uma Odisséia no Espaço


Vídeo Cast Cinema em cena



Clássicos que não poderiam deixar de citar é Laranja Mecânica, Dr. Fantástico e O Iluminado. Filmes que são inesquecíveis na carreira do diretor. Com seu jeito inovador fez dessas obras uma das mais admiradas e aclamadas  do cinema. Se você nunca assistiu vale a pena conferir.

Trailer: Laranja Mecânica


Trailer O Iluminado



Trailer Dr. Fantástico


Sua carreira cinematográfica pode ser resumida da seguinte forma:

Documentário “O Dia da Luta” 1951
Fire and Desire 1953
A Morte Passou por Perto 1954
Glória Feita de Sangue 1957
Spartacus 1960
Lolita 1962
Dr. Fantástico 1964
2001: Uma Odisséia no Espaço 1968
Laranja Mecânica 1971
Barry Lyndon 1975
O Iluminado 1980
Nascido para Matar 1987
De Olhos bem Fechados 1998

Apesar de ser generalizado por seu perfeccionismo ou até mesmo pela  mente super criativa, levava consigo uma filosofia: jamais fazia um filme que não o agradava. Stanley Kubrick morreu em 1999, antes mesmo da estréia de seu último filme, e deixou obras memoráveis no cinema. Seu nome, com certeza, continuará a ser um marco para os cinéfilos de plantão.

Gostou do diretor? Vai aqui a nossa dica de um podcast super legal sobre Kubrick.


quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Hitchcock



Texto:
Emerson de Oliveira
Fotos: Imdb, google


Falar desse grande mestre do cinema (esse sim faz jus a esse título) é um misto de prazer e responsabilidade. Prazer pelo que é típico do bom cinema: é uma delícia embarcar na trama proposta por um grande diretor; e quando eu falo de responsabilidade, eu me refiro à reputação do nome Hitchcock e tudo que ele evoca, sobretudo a paixão de fãs e admiradores do velho mestre do suspense, título mais atribuído ao diretor. Portanto, todo cuidado (e respeito) é pouco quando se escreve sobre um grande artista.

Um pouco de história



Filho de Emma e William Hitchcock, comerciante de verdura e frutas, Alfred Joseph Hitchcock nasceu em Londres, no dia 13 de Agosto de 1899. Alfred teve uma educação bem rígida, fato que era relativamente comum na época; ele estudou em colégios católicos da capital bretã. Segundo alguns de seus biógrafos, aqueles mais atentos aos detalhes pessoais, esse período teria sido tão traumático para Hitchcock, que partes dessas lembranças estariam presentes em sua obra. Outros fatos apontados por estes mesmos biógrafos, com tendências às colunistas de fofocas, que teriam reflexos na obra do diretor seriam: a perda precoce de seu pai, quando ele tinha apenas 15 anos, e a péssima relação que desfrutava com sua mãe.

Finalizado o período escolar, Alfred estudou engenharia e desenho; posteriormente trabalhou como técnico em uma empresa de telégrafos.




No ano seguinte (1926), Hitchcock casa-se com Alma Reville, que conheceu durante um de seus trabalhos. Além de esposa, ela foi uma grande colaboradora do trabalho de Hitchcock, principalmente na elaboração dos roteiros. Chegou até dirigir algumas cenas de psicose, quando o marido esteve doente.




The Pleasure Garden foi o estopim na carreira de Hitchcock, a partir daí não parou de produzir, chegando à incrível marca de 44 filmes produzidos entre os anos 1925 e 1976, uma média de quase um longa por ano. 

As obras do diretor podem ser organizadas de duas maneiras:

Filmes mudos
(1925 - 1929)

Filmes sonoros
(1929 - 1947)

Filmes coloridos
(1948-1976*)

* Psicose, de 1960, foi filmado em P&B. 

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Fase inglesa
(1925 - 1949)

Fase Americana
(1950 - 1976)


Isso mesmo, depois estabelecer seu nome como o principal cineasta inglês de seu tempo, Hitchcock foi convidado para produzir filmes em Hollywood. Em 1939 ele foi convidado pelo produtor David Selznick a mudar para os EUA. Ele topou, e já começou fazendo barulho, seu filme de estreia, Rebecca (1940), ganhou o Oscar de melhor filme.

Foi nessa fase americana que Hitchcock produziu alguns de seus maiores sucessos como: Disque M. para matar (1954), Janela Indiscreta (1954), Um corpoque cai (1958), Psicose (1960) e Os Pássaros (1963).

Apesar dos vários sucessos e do reconhecimento de seu talento, a carreira de Hitchcock é marcada pelo fato do diretor nunca ter ganhado um Oscar, injustiça que tentou ser compensada com prêmios pelo conjunto de sua obra: Prêmio Irving Thalberg (1968), entregue na cerimônia do Oscar e o BAFTA (1978). 

Hitchcock recebendo o Prêmio Irving Thalberg em 1968.

Mas ele já enfrentava problemas com os críticos desde a ascensão de sua carreira, sendo tachado de refém dos grandes estúdios e de abusar das mesmas fórmulas que o consagraram. Seu reconhecimento, mais uma vez, veio posteriormente e partiu de um grupo de cinéfilos do outro lado do canal da mancha, quando o crítico de cinema françois Truffaut, um dos principais nomes da Nouvelle Vague, começou publicar elogios a Hitchcock, elevando o diretor na categoria de gênio da sétima arte.
  
As curiosidades da obra e da própria persona de Hicthcock, também são outros aspectos muito visitados por seus biógrafos. Vale citar algumas:

* Sempre usava ternos, diziam até que ele dormia com eles.

* Tinha uma sina por atrizes louras.

* Dois galãs marcaram a obra do diretor, James Stewert e Cary Grant, juntos protagonizaram 8 filmes de Hitchcock.

*Mortes e assassinatos são marcas registradas de seus filmes.


Essas curiosidades foram exploradas (ao extremo) por duas ficções baseados na vida do diretor lançadas em 2012: Hitchcock, protagonizado por Anthony Hopkins,



e The Girl, filme para TV produzido pela HBO.


Gênio, psicótico, perfeccionista, estranho, mestre... Adjetivos não faltam quando se trata de Hitchcock, uma das figuras mais curiosas, reverenciadas e revisitadas da história do cinema. Goste ou não das obras do diretor, ou mesmo das estranhezas de sua figura pitoresca, não dá para negar a importância do diretor no desenvolvimento e estabelecimento da sétima arte. Vale lembrar que ele foi um verdadeiro artesão do cinema e participou da ascensão e auge do cinema, passando pelas mais variadas funções dentro da produção cinematográfica. Portanto, como negar o talento desse artista? Essa é nossa homenagem e reverencia o grande mestre Sir Alfred Joseph Hitchcock.


Confira alguns links interessantes sobre 
Hitchcock:

* As 39 obsessões de Hitckcock
* 13 aparições de Hitchcock em seus filmes
* Especial 50 anos de Psicose
* Timelapse sobre janela indiscreta
* Tributo a Alfred Hitchcock

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Clint Eastwood


Texto: Cleidiane Duarte
Foto: Divulgação

Resolvi começar meu texto com uma citação de uma postagem anterior: “O Projeto Antenados é um lugar de desafios”.
Falar do tão renomado cineasta Clint Eastwood é prazeroso e difícil ao mesmo tempo. Mas vamos lá, sem muita enrrolação!
Nascido em São Francisco, na Califórnia, (1930), Eastwood foi ator, produtor, diretor e compositor. Parece muito para uma pessoa só, não é? Mas Clint executava tudo com exata perfeição. Muitos críticos costumam dizer que ele não erra, ou melhor que os erros dele são imperceptíveis!
Eastwood nunca pensou em entrar para o mundo do cinema, ele servia o exército, mas após seu avião cair em São Francisco, o jovem ficou durante um ano prestando depoimentos para descobrirem a causa do acidente. A partir daí, dois amigos de Clint o incentivaram a fazer um teste para ator. Dando inicio a uma promissora e brilhante carreira.

Em 1958, ele conseguiu seu primeiro papel oficial no filme “Ambush at Cimarron Pass”. Mas Eastwood começou a ter destaque somente após interpretar o misterioso Homem sem nome, da triologia dos dólares, o diretor Sérgio Leone.
Ambush at Cimarron Pass
E abrindo um parêntese no diretor Sérgio Leone, ele costumava dizer uma frase que era a seguinte: “Eu gosto do Clint Eastwood porque ele tem somente duas expressões faciais. Uma com o chapéu e outra sem ele”.
O último filme da trilogia dos dólares foi responsável pela expansão da carreira cinematográfica de Clint. E pouco tempo depois ele dirigiu o filme “O estranho sem nome”, um filme que não fez muito sucesso, mas que foi um dos que consagraram o gênero western.
Trilogia dos dólares
Nos anos 80, como se não bastasse dirigir, atuar e produzir seus filmes, o cineasta resolve compor. E por sinal deu certo. É incrível! Ele consegue fazer de tudo um pouco.

Em 1992, dirigiu Os Imperdoáveis, que é considerado por muitos, como o último grande faroeste, sendo a despedida com chave de ouro do gênero que o consagrou.
A produção conquistou quatro prêmios Oscar, incluindo Melhor Diretor e Melhor Filme.



Avançando um pouco no tempo, em 2005, ele dirigiu Menina de Ouro, filme que lhe rendeu mais uma estatueta do Oscar, como diretor. Após lançar o Menina de Ouro, ele ficou quatro anos sem atuar, voltando no belíssimo filme Gran Torino.



A filmografia do cara é bem extensa, o que não me permite citar todos aqui.
Mas em números seria assim:
  • Como diretor: 33 filmes
  • Como ator: 52 filmes
  • Como compositor: 9 filmes
  • Como roteirista: 1 filme
  • Como produtor: 24 filmes
Clint foi e é, referência no mundo do cinema, falar sobre ele é realmente complicado. . Apesar de fazer quase tudo em seus filmes, ele não daria conta de tudo sozinho, pelo contrário, ele era muito íntimo de toda equipe que trabalhava com ele.

Nós, dessa geração promissora temos muita sorte, creio eu. Referência boa no assunto cinema é o que não vai faltar!


Eu apenas tentei ao máximo não estragar tudo.”
Clint Eastwood


quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Francis Ford Coppola

Texto: Hellen Silva
Fotos:Divulgação


Costumo dizer que o Projeto Antenados é lugar de desafios! Pois para mim, falar de um diretor de cinema tão renomado como Francis Ford Coppola não é tarefa nada fácil.
Creio que você, leitor, mesmo que nunca tenha ouvido falar de Coppola, já teve  contato com algum de seus trabalhos.

Descendente de uma família ítalo - americana, Francis Ford Coppola nasceu em Detroid EUA, em 7 de abril de 1939, e desde pequeno foi criado em meio ao mundo artístico, pois sua mãe era atriz e seu pai cantor. Como um bom iniciante, Coppola após estudar cinema começou  como assistente do diretor e roteirista Roger Cormam. A partir daí, ele, juntamente com George Lucas, abriu a produtora American Zoetrope, onde realizou pequenas produções que, consequentemente, lhe rendeu alguns prêmios.


Conhecido como um dos diretores mais controversos da história do cinema, Coppola costumava não se limitar em trabalhos, dirigindo filmes de todos os tipos e gêneros como dramas, romances, comédias, suspenses e policial.

Um importante aspecto a ser ressaltado sobre Francis Ford Coppola é a valorização da cultura italiana presente na maioria de seus filmes, e a utilização de membros da sua família em suas produções como, por exemplo, a participação da filha Sophia Coppola, em o Poderoso Chefão parte III.

Somente em 1972, a carreira de Coppola deu o salto para o sucesso. Foi com o filme The Godfather (O poderoso Chefão I) que o diretor ganhou fama internacional, uma das produções mais aclamadas e admirados da história do cinema.




Outro projeto ambicioso do diretor foi o longa Apocalipse Now (1979). No início, gerou vários problemas em sua produção como a complicada negociação com o ator Marlon Brando que ameaçou abandonar o projeto, além de ter que investir milhões de dólares de seu próprio bolso. Quando lançado o filme foi bem aceito pelo público, e mais uma vez deixou a marca de Coppola registrada no cinema.



Coragem, esta poderia ser a palavra que define a carreira de Coppola. Pelo menos esse é o principal atrbuto que ele acredita que um bom diretor dever ter.

 “Coragem é o maior atributo de um diretor de cinema. Coragem quanto aos seus instintos suas ideias, porque se não você se submete e muda. E as coisas que podem se tornar memoráveis estarão perdidas.” Francis Ford Coppola.