terça-feira, 16 de setembro de 2014

A troca de cartas sobrevive


Texto: Filipe Abras
Fotos: Filipe Abras
Depois de mais de um mês trocando cartas, experiências e informações de forma à não revelar quem escrevia do outro lado, finalmente chegou a hora de descobrir a pessoa por trás da mensagem. “Usando pseudônimos, o mistério de quem era o correspondente foi mantido até o dia da confraternização, assim, tornava ainda mais interessante essa atividade”. Afirmou um dos idealizadores da parceria, Cledemar Duarte.  
A festividade aconteceu na última sexta feira (12), em um novo espaço da Ramacrisna, carinhosamente apelidado de “Quintal” pelos próprios funcionários.

Essa atividade foi realizada entre o Projeto Antenados e o Programa Adolescente Aprendiz, ambos desenvolvidos pela Ramacrisna. O objetivo dessa parceria foi de ressuscitar o uso da carta, prática muito usada antes dos telefones, rádio e internet, enfatizando sua importância histórica em todo mundo, além de praticar a escrita e mostrar o quão prazeroso pode ser receber e enviar uma carta feita a mão.

“Nunca tive contato com cartas. Nessa atividade não conhecia a pessoa que estava trocando as cartas. Acabou sendo muito legal e ainda fiz mais uma amizade”. Declarou o integrante do Projeto Antenados, Luan Souza.

A atividade não só relembrou uma boa e velha maneira de se comunicar, mas também aproximou quem participou da oficina, o que seria impossvel por meio das redes socias. “A elaboração das cartas gerou uma necessidade de escrever bem, com cuidado, dedicação e se preocupando com o que o outro iria ler”. Disse a Instrutora do Adolescente Aprendiz, Leniria Melo.


Confira algumas fotos da confraternização.
 
 
 
 

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Antenados promove oficina em escola do bairro


Esta semana o Projeto Antenados em parceiria com a Escola Estadual Nascimento Nunes Leal do bairro Marimbá, volta a promover as oficinas na escola.

A iniciativa surgiu a partir de alguns bate papos na sala dos Antenados, com o seguinte tema:
Qual é o verdadeiro papel dos alunos e professores na educação brasileira? Logo depois, alguns Antenados fizeram uma visita a escola, com o intuito de “Despertar” os jovens da região.
 
Com o apoio da professora Cláudia Reis, que junto com nossa equipe de instrução, desenvolveram a ideia de mobilizar cerca de 70 alunos do primeiro ano, a produzirem um fanzine e um jornal mural interno, atividade que será enquedrada no Projeto Reinventado o Ensino Médio.
O principal objetivo das oficinas é fortalecer o prazer dos alunos pelo ambiente escolar, onde todos os dias passam boa parte do seu tempo, utilizando como ferramentas a colagem, prática de produção de textos, e algumas técnicas de como são escritas as materias jornalísticas.

“O Antenados sempre buscou este contato com a comunidade. A proposta de auxiliar os alunos a criarem um jornal mural e um fanzine é algo fantástico.” Diz o jornalista do Projeto Antenados Cledemar Duarte.

“Foi uma ótima experiência. Após a oficina todos da sala comentaram e elogiaram a dinâmica. Foi algo bem diferente do que estamos acostumados a fazer todos os dias na escola. Estou ansioso para produzir o jornal.” Comenta Rike de Deus, 15 anos, aluno estudante.

A atividade acontecerá três vezes ao mês, e a cada encontro os estudantes participaram de dinâmicas, oficinas e bate papos com os Antenados até a finalização dos trabalhos.
Se você curtiu essa ideia, continue acompanhado nossas redes sociais e confira todas as etapas dessa ideia.



terça-feira, 12 de agosto de 2014

Curta #Partiu! é selecionado em festival



Texto: Cledemar Duarte

Mais uma grande novidade no Antenados. Produzido em maio deste ano, o curta que retrata a rotina dos instrutores do Projeto Antenados foi selecionado para o Festival de Curtas de Cabo Frio- Rio de Janeiro. O festival tem início no dia 1º de setembro.

#Partiu!

O vídeo produzido pelo Antenados vai participar da mostra competitiva digital. Em junho, compartilhamos um pouco dessa história com o post sobre o #Partiu! e o lançameto oficial do curta na internet. 


“Participar desse festival é um reconhecimento do nosso trabalho e algo muito bom para autoestima dos integrantes. Além, é claro, de entrar nesse mundo dos festivais e quem sabe pensar em coisas maiores”. Destaca Emerson Oliveira, Coordenador do Projeto Antenados.

O Festival

Curta Cabo Frio é considerado o principal festival de cinema da Região dos Lagos, no Rio de Janeiro. Além da exibições, são promovidas palestras, oficinas, mostras em escolas e universidades.

O festival foi dividido em quatro mostras competitivas, são elas: mostra digital, película, web vídeos e longa-metragem.

A escolha dos melhores em cada categoria será realizado por meio de Juri formado por cineastas escolhidos pela organização, além da escolha pelo voto popular.

Mais informações sobre o Curta Cabo Frio basta acessar o link http://www.festivalcurtacabofrio.com.br/


terça-feira, 29 de julho de 2014

Você já tem um blog?


 
Texto: Beatriz Miranda

O weblog, mais conhecido por sua abreviatura blog, é um dos temas trabalhados esta semana no Projeto Antenados.

Um Blog é um espaço na web que permite o registro de conteúdo à sua escolha, e por isso é conhecido como diário online. Hoje, não é só conhecido por essa função mas também como uma fonte para obter informações, pois é usado por empresas e grandes nomes do mundo, fotógrafos, jornalistas, escritores entre outros.

Pensando nisto o instrutor Cledemar Duarte, trabalha com os alunos o formato dessa plataforma e busca destacar o texto para internet, incentivando os integrantes a praticarem a escrita no blog do Projeto.

Esta atividade tem o objetivo de mostrar para os integrantes um pouco sobre uma das principais ferramentas do Projeto que é o Blog Antenados”. Diz Cledemar Duarte.

Querendo ou não nós vivemos em um mundo movido pela tecnologia, onde há novidades a todo o momento, e a importância desta oficina é que podemos divulgar para mundo algo que gostamos e que temos prazer de fazer, e o blog pode nos proporcionar isso de uma forma prática e fácil”. Diz Antonio Marques, integrante do Projeto.


Como resolver a crise no jornalismo? Parte V


Para finalizar a nossa série "como resolver a crise no jornalismo", a opinião agora é do instrutor formado em jornalismo Cledemar Duarte, que friza alguns aspectos que devem ser mudados nesta área.

Texto: Cledemar Duarte

E ai, qual a pauta?

A cada dia crescem as dificuldades para fazer o bom e velho jornalismo. Mas qual seria a saída para enfrentar as adversidades na comunicação?

O aumento do acesso à internet, a popularização dos aplicativos para smarthfones podem ser aliados do jornalismo. Muitas TVs, rádios e jornais impressos já usam das novas tecnologias para diminuir os custos nas produções.

A possibilidade de divulgar a marca de uma empresa em várias mídias é o diferencial dos veículos. Usado da maneira certa, os grandes e pequenos jornais mantém o patrocínio e possibilitam o maior alcance das marcas apoioadoras.

Além do benefício comercial, o uso da internet e redes sociais reforçam que a divulgação de informações acontece de maneira natural e, na maioria das vezes, sem a presença de um jornalista. O que fazer então?

Reconhecer o alcance das postagens do público em geral e usar o internauta como um grande aliado e parceiro dos jornais.

Algumas sugestões para um novo formato de produzir notícias: imparcialidade, mais do que nunca informar deve ser o principal, ouvir todos os lados; furos de reportagem, cada vez mais difíceis na era digital, uma cobertura completa deve ser o mais importante; apurar, fundamentos do jornalismo não devem ser esquecidos.

Ainda existem outros aspectos, mas o principal é o papel do jornalista na busca pelo que é relevante e deve ser repassado para sociedade.

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Como resolver a crise no jornalismo? Parte IV


O texto de hoje é da instrutora Cleidiane Duarte, que deixou explícita sua opinião  sobre o assunto.

Texto: Cleidiane Duarte

Qual seria a forma certa para resolver de vez a crise no jornalismo?

Fiquei indagada por horas antes de começar a rascunhar esse texto. Será mesmo ter uma solução para se resolver essa crise?

Como ouvimos no podcast (O jornalismo no Tempo da Internet) , o jornalismo se encontra com uma defasagem, tanto para o ingresso no curso quanto para os profissionais já formados, não bem qualificados. A internet e a inserção do jornalismo nas redes deixou a situação um pouco pior.

Acredito eu que, deve ser investido uma melhor qualificação nos estudantes da área e que a grade do curso seja refeita para atrair os estudantes do ensino médio a fazerem essa graduação. As empresas e veículos de comunicação pensarem em algo para trabalhar o jornalismo na internet, para que não seja um jornalismo duvidoso, para que as notícias “falsas” do facebook passem a ser verdadeiras, uma fonte segura. Que jornalistas não provoquem mais casos como o da Escola Base, em que uma cobertura ou apuração estragou a vida de pessoas.

Pouco tempo atrás, conhecíamos somente as notícias de TV, mais especificamente Jornal Nacional, e hoje, o que menos assistimos na TV são os telejornais. Deixamos essa mídia, para nos assegurar pela internet, pelas redes sociais, que na maioria das vezes não são fontes seguras.

O jornalismo pulando etapas não é jornalismo, não se faz a profissão com etapas incompletas. Que as faculdades possam passar isso para os futuros jornalistas, para que saiam preparados para fazer um jornalismo de qualidade onde quer que estejam.

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Como resolver a crise no jornalismo? Parte III

Continuando a nossa série de textos “A crise no jornalismo”, confira agora a opinião da instrutora Beatriz Miranda.

 Texto: Beatriz Miranda

O jornalismo televisivo e impresso já não são um dos meios mais rápidos para se passar uma notícia. Hoje, com a internet acessível para mais de 140 milhões de brasileiros, o uso de aplicativos consegue praticamente em tempo real passar várias informações que não são transmitidas com a mesma praticidade no jornal impresso ou na TV, e isso tem feito com que o jornalismo adquira características que fogem do tradicional.
         
Quando as noticias são transmitidas de modo rápido no ritmo da internet a apuração, um dos processos básicos do jornalismo pode ser ignorada, e isso causa grandes consequências como erros graves em uma matéria.
         
A parcialidade está praticamente em todos os telejornais. Ancora dando “suas” opiniões, que geram um grande engajamento fugindo da ética profissional de um jornalista.
         
A crise no jornalismo vem pelo fato de todos esses problemas estarem juntos. A internet já ganhou um grande espaço nos lares e celulares dos brasileiros, mas ainda não é um meio muito confiável para se ler uma informação. Para evitar estes problemas é importante que na formação dos futuros jornalistas seja reforçada a ética da profissão. Independente do tempo a notícia sempre deve ser verídica e passar de forma mais real do assunto pautado, pois não se pode inventar informações simplesmente pela audiência.  A imparcialidade não pode ser uma palavra desconhecida e pouco usada, a opinião sobre cada matéria deve ser extraída pelo próprio espectador a partir das informações da notícia que foi repassada pelo meio de comunicação. A opinião de um jornalista de cunho nacional, por exemplo, pode influenciar muita gente.

         
É difícil competir com algo novo, como a internet, mas o jornalismo sempre vai ter o seu lugar, afinal, o mundo precisa dessa confiança sobre os diversos assuntos do dia a dia que só o jornalista com sua especificidade profissional  pode passar.

terça-feira, 15 de julho de 2014

Como resolver a crise no jornalismo? Parte II


E a segunda opinião sobre o tema: A Crise no jornalismo, é de Hellen Silva, que por sinal expressou muito bem o que pensa sobre o assunto.
 Texto: Hellen Silva
A busca por um jornalismo de qualidade e com agilidade vem se tornando um desafio diário para os principais veículos de comunicação .
Com a nova onda tecnológica, o espaço do jornalismo que antes conhecíamos vem se perdendo para o que hoje é visto como uma grande novidade: as redes sociais.
A prática antiga de sentar e nos desfrutar com um velho jornal repleto de conteúdo, foi deixada de lado, e uma informação que antes tomava boa parte de nosso tempo, é lida com menos de cinco minutos, carregada de uma tempestade de fotos e vídeos.
O costume agora se voltou para um conjunto de informações onde as pessoas buscam seu próprio conteúdo, e além de tudo criam suas próprias verdades a respeito de um determinado assunto.
E onde fica o papel dos veículos de comunicação no meio disso tudo? Como era esperado o desespero não poderia ser diferente.
Agora, além de driblar a concorrência, eles terão que driblar também sua principal fonte de sustento, o público receptor.
Há um ditado que diz: a voz do povo é a voz de Deus, e os meios de comunicação tem levado isso extremamente ao pé da letra.
Antes os receptores estavam dispostos a receber aquilo que lhes eram passado, atualmente, as notícias são voltadas para o maior número de receptores possíveis e com os assuntos mais procurados, independente da sua qualidade e utilidade. Com isso, até mesmo o curso de jornalismo se “atualizou” , deixando os futuros profissionais prontinhos para aquilo o que o novo público quer.
Mas a partir dessa discussão surge uma pergunta: qual seria a forma ideal do jornalismo? Bem, com certeza ainda é muito cedo para encontrarmos a resposta a essa pergunta tão difícil.
Talvez ela seja respondida quando ambos os lados aceitarem e pensarem em qual é o seu papel na busca pelo jornalismo de qualidade, e principalmente na reflexão de seu verdadeiro significado.


sexta-feira, 11 de julho de 2014

Como resolver a crise no jornalismo?


Para entendermos melhor o meio em que trabalhamos e a evolução da era tecnológica, resolvemos debater um tema que vem sendo comentado há algum tempo: A crise no jornalismo.

Após escutarmos o podcast Anticast #131,“O Jornalismo no Tempo da Internet”, abrimos uma roda de bate papo entre os instrutores do projeto, e através de um texto todos expressaram suas opiniões sobre o assunto. Os textos ficaram muito bons, por isso, decidimos postar em nosso blog os resultados, em cada semana um texto será publicado, começando pela opinião de Henrique Oliveira.

Texto: Henrique Oliveira

Embasado no podcast que ouvimos na semana que se passou, onde é explanada de uma forma muito objetiva as transformações que o jornalismo tem passado com a chegada das redes sociais, me levou a seguinte reflexão: o jornalismo seria apenas uma profissão ou estamos falando de um ofício que nos últimos anos se tornou uma empresa?
Penso dessa forma porque parei para refletir o quanto é caro e peculiar exercer a profissão hoje em dia. Os custos para ter um jornal com redação, gráfica, equipamentos de áudio e vídeo, por exemplo, são exorbitantes. Além é claro, de todo o imposto, pagamento de funcionários e cursos de especialização dos mesmos. É ou não é uma empresa?
Se você compartilha dessa mesma conclusão, também deve saber que qualquer empresa que se preze e queira se firmar no mercado, certamente devesse “dançar de acordo com o que a banda toca” e a banda somos nós. No caso do jornalismo em que o receptor, leitor ou ouvinte é o foco, reforça ainda mais essa verdade.
Acredito que o jornalismo precisa inovar suas formas e estratégias com uma certa frequência. A fim de nos oferecer uma melhor experiência com a informação. Afinal, estamos vivendo uma era em que a cada dia surgem plataformas das mais variadas possíveis. Plataformas essas que já entenderam que é de comunicar que nós gostamos. E esse NÓS, é muito grande e variado. São milhões de pessoas sedentas por conteúdos. E existem milhões de possibilidades de alcança-las.
Mas uma eu defendo e acredito: quanto mais aberto e próximo for o veículo de comunicação do receptor, mais eficiente será o conteúdo.
É claro que não estou incentivando os jornalistas abrirem mão dos pilares que movem a profissão. A apuração, por exemplo, é algo imutável. Mas penso que o inovar e adaptar o formato de como a notícia é gerada e de como ela chega até nós é uma realidade que deve ser pensada todos os dias.


quarta-feira, 2 de julho de 2014

Antenados Visita Stúdio Cerri


Nas últimas semanas vivenciamos aqui no Projeto Antenados, uma oficina de introdução ao uso dos equipamentos do Projeto.
Os integrantes tiveram contato com os diferentes tipos de câmeras, lentes, e acessórios, além de situações do dia a dia como cuidados com os equipamentos de trabalho e simulações de cobertura de eventos. Para reforçar a importância de conhecimento dos intrumentos de trabalho, hoje terça-feira (02), os integrantes do Projeto terão a oportunidade de conhecer de perto um Stúdio de Fotografia, o Stúdio Cerri.

O Stúdio Cerri localizado em Betim, é referência em fotografia automobilística, e há muitos anos vem ganhando espaço em Cidade, entre seus clientes, destacam-se: Fiat Automóveis, Ford, Volkswagen entre outras.


 
O convite para a visita foi feito pelo fotografo e especialista em Photo Design Pedro Brito, que trabalha no stúdio desde 2004. Para quem acha esse nome familiar, Pedro, já esteve presente na Semana de Comunicação Antenados em 2013, para falar um pouco de seu trabalho.

Pedro Brito
A expectativa de estar indo á um stúdio de fotos é grande. É a primeira vez que visito um, e estou anciosa quase não consigo esperar a hora de estar lá dentro. Como pretendo seguir carreira nessa área, espero aprender muito com essa visita, pegar o máximo de informações possíveis, macetes e a forma que se trabalha, fazendo fotos mais detalhadas e dentro de um lugar fechado.” Diz a Antenada Suelen Rudiger.

Se você ficou curioso para saber como foi a visita, aguarde as fotos do passeio em nosso blog e redes sociais. Fique por dentro desssa experiência.



      Mais informações:
      Stúdio Cerri
      MG - Betim
    Rua Carmelita, 78 - Vila Recreio
    CEP 32.650 - 290
    Tel.: (31)3532-1819/3532-1910