Maratona de Clássicos Antenados


Texto: Hellen Silva

Janeiro... mês de elaborar metas e muitas novidades...
Para nós do Projeto Antenados, janeiro significa tempo de novas propostas...
Propostas de atividades, passeios, parcerias...
2014 está aí e, como de costume, iniciamos o ano com a corda toda, trazendo para a “sala de aula” temas relevantes, na tentativa de ampliar a visão de mundo dos integrantes do Projeto.
É comum propormos trabalhos ligadas a filmes clássicos que ficaram marcados no cinema.
Este ano o foco é diferente... Resolvemos falar dos artistas que estão por trás das grandes produções cinematográficas, que muita das vezes, podem passar despercebidos para o grande público.
Especialmente para você que acompanha nosso blog e redes sociais, preparamos um presente. Durante as próximas semanas, você terá acesso á história de grandes nomes do cinema como Stanley Kubrick, Francis Ford Coppola, Quentin Tarantino, Akira Kurosawa, Clint Eastwood e Hitchcock.
Para alavancar essa série de postagens especiais, iniciaremos com Akira Kurosawa e Quentin Tarantino.
Esperamos que goste dos nossos posts.

O cinema profundo de Kurosawa
Texto: Henrique Oliveira 
Quando soube que teria que fazer um trabalho sobre um diretor japonês de grande sucesso na época dos meus avôs, confesso que respirei fundo e pensei o que eu poderia fazer para tornar atrativa a apresentação sobre um cara que, para a maioria dos Antenados, era desconhecido... E, sabe o que aconteceu quando me deparei com o incrível currículo do moço? Vi o quanto fui preconceituoso em achar que ninguém se interessaria por esse artista tão sensível e apaixonado pela cultura de seu país.
Com uma carreira cinematográfica de 50 anos, muito bem aproveitados, o japonês de Tókio, Akira Kurosawa (1910-1998) realizou 32 filmes ao longo de sua vida dedicada a preservar a tradição do seu país.
Ocupou-se de muitas outras funções antes de conquistar o seu lugar ao sol, em 1936, como assistente de direção. Logo depois, dirigiu seu primeiro longa: A saga do judô (1943).
Somente com Rashomon (1950), após ganhar o prêmio máximo no Festival de Cinema de Veneza, que Kurosawa se tornou mundialmente conhecido.

De lá para cá, o diretor produziu e dirigiu um montão de outros sucessos como: Viver; Os 7 Samurais; Trono de Sangue; Ran; Sonhos...
Por mais que Kurosawa tenha conquistado amigos célebres, nunca deixou que seus filmes sofressem grandes influencias ocidentais. Sempre viu o contato com outros cineastas uma oportunidade como forma de agregar valor em seu trabalho .
Mais informações sobre a filmografia do diretor acesse 

http://www.kurosawamovies.com/
Você já pode imaginar a quantidade de histórias e curiosidades que envolvem a vida de Akira Kurosawa. Esse humilde texto é apenas um aperitivo do lindo e grande banquete cinematográfico japonês.
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