Quentin Tarantino



Texto: Filipe Abras
Fotos: Divulgação

Todo diretor de cinema tem suas peculiaridades e, Quentin Tarantino não poderia ser diferente. Beirando os 22 anos, Tarantino produzia seu primeiro roteiro,  Captain Peachfuzz and the Anchovy Bandit. Porém, antes do estrelato, o diretor trabalhava como balconista em uma famosa locadora de filmes, em Manhattan Beach. Nos horários livres de expediente, ele aproveitava para assistir às produções que ninguém se interessava em alugar. Adotou o hábito de escrever resenhas críticas para incentivar as pessoas a assistirem as obras esquecidas nas prateleiras.



 Essa fase influenciou também em suas produções, nas quais utilizou recursos ultrapassados para homenagear os filmes antigos. Exemplo disso é a cena em “Pulp Fiction- tempos de violência”, em que o personagem de Bruce Willis, após sair de uma luta de boxe entra em um taxi. O fundo produzido em croma key é uma brincadeira com os recursos utilizados antigamente no cinema.



Tarantino tem um estilo único e, na maioria de seus filmes, participa de quase todos os processos. Dentro do set de filmagens, ele se divide nas funções de roteirista, diretor, ator e produtor. E, há boatos que, ele também dá seus bitacos na edição.




São marcas registradas do diretor os roteiros criativos, diálogos sem sentido para o resto da trama, o elenco recheado de atores de alto calão. Além das diversas homenagens colocadas sutilmente nas cenas de toda sua filmografia.


E o que não falta a um grande diretor são prêmios. Quentin Tarantino, ao longo de sua carreira, já recebeu por suas obras 22 indicações ao Oscar e levou para casa quatro estatuetas. Além de 20 indicações ao Globo de Ouro, na qual também saiu vitorioso por quatro oportunidades.




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